quarta-feira, 23 de março de 2011

Diz ter apreço

Diz ter apreço, o homem de roxo. Nunca demonstrou porque não lhe exigiram. A mulher de amarelo também, mas nenhum comentário. O rapaz de cinza, então, exacerba! Enfim, nunca acreditei mesmo nessa estima toda, exagerada consideração. Por certo são dessas cenas, que nunca passam duas vezes no mesmo filme. Também durante, não só diante, desconfiei das intenções torpes, das parabólicas bondades, declarações precoces. Todo esse turbilhão de desvarios, de julgamentos pelo benquerer, desvios em desvãos só podem ser rodeios aos precipícios nos quais pretendem me empurrar. Eu, eim? Frases afiadas, afinal, sempre me foram dúbias. Confortabilíssimas tergiversações para a ocultação dos princípios. Neguinho que faz questão de frisar que gosta de você, meu velho, é problema!

Um comentário:

  1. Ah,,, essa foi ótima...dizer é fácil...palavras...só palavras!!!

    ResponderExcluir