
Por medo ou por asco substituíram o sangue por litrões de coca-cola, que sugavam até o saciado arroto. O crucifixo invertido na sala endemoniaria de vez o ar, não fosse a essência de tuti-fruti que pairava dos chicletes, mascados até virarem borrachas insípidas.
Resolveram, enfim, ir além na crédula encenação. Decoraram o teto com morcegos empalhados e decidiram matar uma galinha, em sacrifício macabro. Por Deus ou por sorte, a penosa conseguiu fugir dos vampiros teóricos. Ambos tinham medo de bicadas.
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