
Ele logo reconheceu as muitas superficialidades da moça esbelta, que se aproximara falando do tempo chuvoso. Espirituoso, ofereceu-lhe carona no elevador e riu. Ela aceitou, e riu também. Olharam-se pelos quatro espelhos, ali fechados. O caráter provisório conjugava-lhes os verbos ter e estar. Tinham-no e estavam em. Ela alisou o jacaré com o indicador, displicente. “Você tem bom gosto”, disse a ele, sedutora. Uma forma sutil de se auto-elogiar...
Puts, que sacada! v é bom.
ResponderExcluirMe puno qdo. não entro pra ler suas m.c. e não as leio quentinhas... (to falando de todas q tive q ler aí pra trás)srsr
abraço.