
Como se prendessem passarinhos de várias raças numa mesma gaiola, no primeiro momento, todos ficam mudos. Sins, sins, nãos nunca, por gentilezas. Depois foi uma babel de sons agudos, graves, médios, distantes. Voltei de mãos vazias para mim mesmo, sem saber se foi bom. Lá, eu, estive lá? Trago na boca um sabor de antegosto do prato principal. No cérebro, não trago nada. Deveriam usar em terapia esses lapsos, igual sonhos. Claro, na hora da nossa ressurreição.
Alaor, grande texto! Encaminhei o projeto do Laboratório de Criação Literária. Chance enormes de ser aprovado (ao menos no mérito). Vamos aguardar.
ResponderExcluirGrande abraço.